Na fronteira entre a natureza e a malha urbana de Cascais, o The Principado surge como uma ode à harmonia entre arquitetura e paisagem. Um projeto marcado pela serenidade, onde cada traço foi desenhado para respeitar o tempo, o lugar e as suas memórias.
O edifício desenha-se em simetria, como um espelho, criando uma composição equilibrada que permite uma organização eficaz dos espaços e uma leitura clara da sua geometria. As fachadas são revestidas por ripados verticais em perfis metálicos de aço corten, que não só conferem elegância e ritmo como oferecem privacidade, filtrando luz e vistas com delicadeza.
O jardim é uma extensão dos interiores: as frações térreas abrem-se completamente ao exterior, transformando a experiência de habitar num gesto contínuo entre o construído e o natural. Nos pisos superiores, as penthouses elevam o quotidiano, com piscinas em balanço, lareiras exteriores, saunas privadas e vistas amplas sobre a costa. Cada detalhe, da escada em espiral ao elevador privado, foi desenhado para conjugar conforto, funcionalidade e beleza.
O The Principado é uma narrativa espacial, onde a arquitetura deixa espaço para a vida acontecer em liberdade e contemplação.
No coração do Estoril, a poucos passos da Praia do Tamariz e dos Jardins do Casino, nasce o Essence: um conjunto residencial onde arquitetura e paisagem se entrelaçam com fluidez e sofisticação.
Implantado numa encosta voltada a sul, o projeto tira partido do declive natural do terreno para criar uma dinâmica espacial única — com as moradias situadas nas cotas mais elevadas e os apartamentos localizados junto à base, em diálogo direto com a malha urbana mais tradicional e bairrista da cidade. Essa topografia oferece vistas abertas sobre a costa e o mar, ao mesmo tempo que garante privacidade e exposição solar privilegiada.
Distribuído por diferentes tipologias, o conjunto conjuga a intimidade de unidades com jardim privativo com a leveza de apartamentos abertos ao horizonte. A arquitetura, marcada pela simplicidade dos volumes e pela nobreza dos materiais — pedra, madeira, vidro — apresenta uma linguagem depurada, que se funde com a paisagem.
As áreas comuns — lobby, ginásio, gourmet lounge e infinity pool — expandem a experiência de habitar, prolongando o interior para o exterior e reforçando o carácter exclusivo do conjunto.
Cada espaço foi pensado para acolher a luz, o mar e o tempo — num equilíbrio subtil entre elegância e vivência quotidiana.
No coração do Bairro da Martinha, no Estoril, a ampliação desta moradia unifamiliar parte de uma pré existência modesta para dar lugar a uma casa contemporânea, onde o passado e o presente se encontram numa convivência subtil.
A intervenção organiza-se em três volumes articulados: o núcleo original, preservado como referência da memória do lugar, e dois corpos de ampliação, a norte e a sul, que respondem às exigências do programa e à morfologia trapezoidal do terreno. Esta composição em fragmentos permite integrar o novo na malha construída, dialogando com os alinhamentos e alturas do quarteirão envolvente, fortemente marcado por construções de diferentes épocas.
A casa distribui-se por três pisos, com uma cave técnica, zona social ao nível do rés-do-chão — desenhada em cotas diferenciadas — e uma suíte principal no piso superior. A estrutura acompanha o desnível do lote, garantindo conforto térmico, luminosidade natural e uma relação direta com o jardim, voltado a sul e poente.
Materiais como pedra, madeira e reboco branco, aliados a uma paleta de tons naturais e linhas depuradas, criam uma atmosfera serena e luminosa. No interior, o pé-direito elevado, as amplas janelas e os detalhes artesanais — como as cerâmicas e as vigas expostas — reforçam a ligação entre espaço habitado e paisagem.
Mais do que transformar, este projeto procura revelar. Uma casa que respeita a história do lugar, enquanto abre espaço para uma nova vida.
Inserida num lote compacto em Manique, a Casa Paz é um exercício de síntese entre proporção, luz e contenção. Uma moradia unifamiliar que, apesar da sua escala reduzida, se desdobra em três níveis — cave, rés-do-chão e primeiro piso — para articular de forma fluida os gestos do quotidiano com a envolvente natural.
A implantação tira partido da orientação e da relação com o jardim, criando zonas exteriores generosas a sul e poente, em continuidade com um terreno rural contíguo que, no futuro, dará lugar a um pomar. Esta ligação alargada à paisagem permite à casa expandir-se visualmente para além dos seus limites físicos.
No interior, a organização em open space e o uso expressivo da madeira garantem conforto térmico, continuidade visual e uma atmosfera serena. A paleta de tons terrosos e os materiais naturais prolongam o exterior para dentro, fundindo habitar e paisagem numa só matéria.
A cave, com entrada independente, alberga um estúdio de pintura, lavandaria e arrumos, permitindo autonomia funcional. No piso térreo, a sala e cozinha coexistem num só gesto, com ligação direta ao terraço e ao jardim. No piso superior, duas suítes abrem-se a uma varanda comum, desenhada para captar a luz da manhã e abrir o olhar sobre o jardim ampliado.
Esta casa é, acima de tudo, um lugar silencioso. Um refúgio onde a arquitetura se faz discreta, mas precisa — pensada ao milímetro para transformar cada metro quadrado num espaço habitável, luminoso e vivo.
50_24 Parque dos Pilotos é um concurso que visa revitalizar a área de Loures através da criação de um parque inovador que valoriza a beleza natural da região, promovendo simultaneamente a sustentabilidade. O local, com vistas deslumbrantes sobre o rio Tejo, foi concebido com técnicas de construção sustentáveis e ecológicas que preservam a flora e a fauna locais, contribuindo para a valorização do ambiente e da comunidade.
Além disso, o parque está localizado junto a uma futura residência para pilotos, criando uma sinergia única entre os dois projetos. A nossa visão integra espaços de lazer com uma homenagem à rica história da aviação em Portugal, inspirando-se em momentos marcantes como a tentativa de voo de João Torto, em 1540, e a primeira travessia aérea do Atlântico, em 1922.
Este projeto não só presta homenagem aos pioneiros da aviação portuguesa, como também reflete uma abordagem sustentável e visionária ao desenvolvimento urbano, celebrando o passado enquanto projeta um futuro mais verde e inovador para Loures.
Esta moradia, situada no concelho de Cascais, dispõe de quatro quartos e desenvolve-se ao longo de dois pisos, integrando-se organicamente na paisagem envolvente através das suas fachadas escultóricas em pedra e do revestimento em aço corten.
Apesar da sua aparência sólida e imponente, a transparência dos amplos vãos envidraçados dilui os limites entre o interior e o exterior, permitindo desfrutar, a partir dos espaços interiores, de uma vista panorâmica que se estende desde a Serra de Sintra até à praia do Guincho. Os interiores distinguem-se pela utilização de materiais naturais, como a pedra e as madeiras claras, que conferem conforto, elegância e qualidade aos espaços. Estabelecendo um diálogo contínuo entre a arquitetura e a envolvente, a ampla piscina, com os seus tons esverdeados, contribui para a harmonia do conjunto, refletindo a luz natural sobre os elementos arquitetónicos e reforçando a ligação entre os espaços interiores e exteriores.
Em suma, esta moradia representa um equilíbrio entre funcionalidade e design, onde a privacidade se conjuga com a amplitude dos espaços abertos, criando um ambiente em que contrastes e dualidades coexistem em perfeita harmonia.
Implantada na Abuxarda, esta moradia unifamiliar contemporânea desenvolve-se em três pisos — dois acima e um abaixo da cota de soleira — tirando pleno partido da acentuada inclinação do terreno. A topografia torna-se, assim, elemento gerador do projeto, permitindo que a arquitetura se desenrole em diferentes cotas, tanto no interior como no exterior, criando uma experiência espacial dinâmica e contínua.
A organização dos espaços privilegia a entrada abundante de luz natural e a fluidez entre ambientes, potenciada por amplas superfícies envidraçadas que dissolvem os limites entre interior e exterior. Esta relação é reforçada pela continuidade visual e funcional entre a casa, o jardim e a piscina, promovendo uma vivência integrada com a paisagem envolvente.
Formalmente, o projeto assenta em volumes simples e bem definidos, cuja materialidade em tons terrosos contribui para uma harmoniosa integração no contexto natural. No interior, o elemento central da habitação é a escada, concebida como uma peça escultórica que articula os diferentes níveis. A sua presença, acompanhada por uma guarda de desenho orgânico, estabelece uma transição fluida entre os espaços, funcionando como eixo de ligação e continuidade de toda a casa.
Trata-se de um edifício de uso misto para fins residenciais e comerciais no coração do Estoril. Este novo edifício renova a estrutura existente, já desatualizada, num projeto com 3 andares, um sótão e um subsolo. O projeto foi pensado para se integrar perfeitamente à área histórica circundante, com fachadas de vidro e varandas que oferecem vistas deslumbrantes e luz natural.
O andar térreo abriga um espaço comercial com uma fachada moderna e uma ampla área de subsolo. Nos pisos superiores, encontram-se duas unidades residenciais de gama alta: um espaçoso apartamento de 144,59 m² com 2 quartos, e um luminoso apartamento duplex de 216,03 m2 com 3 quartos. Todos os espaços se caracterizam pelos acabamentos sofisticados e uma luz natural constante. Este projeto visa proporcionar espaços modernos para viver, ao mesmo tempo que valoriza o charme arquitetônico de Monte Estoril.
Este projeto de habitação unifamiliar propõe uma abordagem contemporânea à arquitetura residencial, onde a simplicidade formal, a funcionalidade e a atenção ao detalhe assumem um papel central. A composição dos volumes e a organização dos espaços procuram estabelecer uma relação equilibrada entre estética e conforto, valorizando a luz natural e a fluidez da vivência quotidiana.
A integração na envolvente e a escolha criteriosa dos materiais contribuem para uma linguagem arquitetónica coerente e intemporal, onde cada elemento responde às exigências do habitar contemporâneo.
Este projeto de arquitetura, localizado na zona premium de Cascais, aposta na gestão de área, resultando numa moradia unifamiliar com área de construção de 1048,60 m2. O projeto foi elaborado para proporcionar o maior aproveitamento possível do espaço verde. Enquadrada a sul, beneficia de uma exposição solar excepcional, com vista para a piscina infinita privativa e para o grande jardim. Destaca-se a sua geometria lúdica mas minimalista que pretende enquadrar, de forma neutra e harmoniosa, a envolvente natural e construída. O interior revela materiais premium como madeira e pedras de primeira qualidade, proporcionando ao espaço uma sofisticação acolhedora. A casa do Bairro da Martinha é um projeto de habitação onde a funcionalidade e o design se encontram, onde a privacidade se alia aos espaços abertos, um lugar de dualidades que convivem em plena harmonia.
O presente projeto refere-se a um Condomínio Habitacional inserido num terreno com 6.940 m2, com vinte fogos, constituído por dois Edifícios de Habitação coletiva em banda, com duas tipologias distintas (moradias a Norte e Habitação coletiva a sul). Elaborado numa lógica urbanística com preocupação primordial pela sua melhor integração com a envolvente, resultou numa solução de compromisso/transição, entre as moradias em banda a Norte e o edifício de habitação coletiva. A transição entre estas duas realidades distintas, através da articulação de espaços, reflete uma linguagem arquitetónica e volumétrica contemporâneas, essencial para o correto enquadramento com a envolvente. Predominam os materiais naturais como a pedra ou a madeira, criando espaços agradáveis tanto no interior como no exterior das moradias.
As intervenções no interior contemplam a reformulação da compartimentação, a criação e relocalização de instalações sanitárias, bem como a renovação do mobiliário fixo e dos equipamentos. Cada espaço é concebido de forma a adquirir uma identidade própria, privilegiando a utilização de materiais naturais de elevada qualidade e a maximização da entrada de luz natural, de modo a criar ambientes distintos, acolhedores e sofisticados. No exterior, a proposta integra um lugar de estacionamento junto ao acesso à propriedade e uma zona de lazer adjacente à área social da habitação, composta por uma pérgula e uma piscina. São ainda previstos canteiros ajardinados junto às construções vizinhas, reforçando a privacidade e promovendo uma integração harmoniosa da moradia na sua envolvente.
O projeto Manique estabelece, assim, um equilíbrio entre a preservação da identidade da construção existente e a introdução de uma linguagem arquitetónica contemporânea, valorizando a funcionalidade, o conforto e a qualidade dos espaços interiores e exteriores.
Um projeto pensado para o conforto onde a comodidade conquista. Com uma arquitetura moderna, são 722 m² distribuídos por 3 andares com generosos vãos que trazem até si uma luz única, esta é uma abordagem a um dia a dia funcional, sofisticado e sóbrio. A eleição de materiais de excelência são o toque sublime que o acolhe entre a paisagem agreste abundante da serra de Sintra e a paisagem da costa, respirando bons ares marítimos.
Trata-se de um Condomínio Habitacional de 13 fogos, inserido num terreno com 4.676,65 m2. O projeto desenvolve-se em moradias unifamiliares de 2 pisos, dispostas em banda. Esta disposição surge como um jogo volumétrico de cheios e vazios, que promove a privacidade interior dos diversos compartimentos, criando um conjunto de pátios recuados convidando à abertura de vãos de grandes dimensões, ideais às áreas sociais do R/C.
Este projeto em Birre, um bairro residencial tranquilo e bem localizado, é uma resposta contemporânea ao contexto urbano, equilibrando serenidade e acessibilidade, ideal para moradias que privilegiam o conforto e a privacidade.
O projeto consiste em duas moradias geminadas de tipologia T4, concebidas em três pisos, dos quais dois estão acima do solo. A arquitetura apresenta uma linguagem contemporânea e minimalista, com formas puras e geométricas. A escolha de materiais, como o reboco em tons neutros e as pedras cinza, contribui para uma estética sóbria e elegante, garantindo durabilidade e fácil manutenção. A ausência de telhados tradicionais reforça a modernidade do conjunto, valorizando as linhas horizontais e integrando as moradias discretamente no tecido urbano. Cada unidade possui uma piscina privativa e um jardim exclusivo, proporcionando aos residentes um espaço exterior de qualidade, que dialoga diretamente com as áreas interiores.
No interior, as moradias foram desenhadas com foco na funcionalidade e no conforto, sem sacrificar a estética. Todas as suítes, distribuídas pelos pisos superiores, beneficiam de amplas aberturas que garantem excelente iluminação natural, promovendo uma sensação de bem-estar. As áreas sociais, como a sala de estar e a cozinha, foram projetadas em planta aberta, promovendo uma continuidade espacial acentuada pela escolha de materiais e acabamentos de alta qualidade, sempre em consonância com a linguagem arquitetónica exterior. Cada detalhe foi cuidadosamente pensado para criar um ambiente que, embora minimalista, é acolhedor e propício à vida familiar contemporânea.
Concluído em 2021, este projeto de arquitetura reflete uma abordagem contemporânea à habitação, onde a funcionalidade, a simplicidade formal e a integração urbana assumem um papel central. A proposta procura estabelecer uma relação equilibrada entre a organização dos espaços e a envolvente, através de uma linguagem arquitetónica depurada, marcada pela clareza das formas e pela atenção ao detalhe. A articulação entre os diferentes elementos do projeto contribui para uma composição coerente, valorizando a identidade do conjunto e respondendo às exigências da vida contemporânea.
Projeto de Arquitetura de Construção de uma Moradia Unifamiliar com piscina, inserida num lote com 2.154m2 com um fogo T4. Resulta de duas volumetrias oblíquas em total harmonia. Um espaço habitacional privativo premium com uma linguagem única, com um bloco de ostentação que levita sobre o segundo bloco e o terreno, entre cheios e vazios que engrandecem a volumetria global. Detalhes singulares e sofisticados, com 49 amplos vãos envidraçados, escadarias orgânicas com design contemporâneo, jardins imponentes com total respeito pelo perfil natural do terreno, entre caminhos em betão poroso apresentando vários percursos que proporcionam o acesso seguro e confortável entre espaços interiores e exteriores.
Trata-se de um condomínio habitacional de aproximadamente 2.000 m², composto por cinco moradias similares, cada uma com piscina privativa, localizado na localidade de Murches, em Cascais. O projeto propõe que cada moradia e seus espaços de convivência estejam voltados para o sul, assegurando a privacidade de cada unidade e proporcionando conforto térmico.
Cada moradia, distribuída em dois pisos, possui no piso térreo os espaços comuns e, no piso superior, três suítes e um amplo terraço. A composição arquitetônica inclui dois volumes distintos, ligados por um terceiro volume, que serve como área de circulação. Na área externa, cada moradia dispõe de uma piscina com zona de churrasco e área de estar, além de uma garagem coberta e duas vagas de estacionamento descobertas.
O complexo habitacional destaca-se pelo uso de materiais naturais de alta qualidade, como pedras e madeiras, que estão presentes tanto nos acabamentos internos quanto externos.
Cenáculo é um projeto de reabilitação de mais de 2300 m² de um complexo arquitetónico religioso, na reconhecida cidade de Fátima. O desenho caracteriza-se por volumes contemporâneos e simples, que enfatizam a humildade e a tranquilidade, fazendo a ponte entre o passado e o futuro através de linhas minimalistas. Os espaços verdes que envolvem os edifícios, tal como se vê nas imagens do modelo de trabalho 3D, são também um elemento fundamental do projeto, reforçando a sua dimensão espiritual.
Este projeto situa-se num terreno com cerca de 320 m2, tendo o edifício existente utilizações destinadas a habitação e comércio. Esta intervenção prende-se na recriação da imagem original, com enquadramento histórico e patrimonial do espaço em que se insere. Ao analisarmos o projeto original do Chalet Sagres, deparámo-nos com características e elementos da Arquitetura de Veraneio Portuguesa, que pretendemos recuperar e valorizar por se considerarem importantes referências de identidade histórica e patrimonial do concelho, com especial evidência na avenida em que se insere.
Em simultâneo, tornou-se necessário introduzir alterações que garantam os mais elevados padrões de qualidade urbanística, bem como a adequação das tipologias de habitação às necessidades da atualidade. A proposta manteve os usos do edifício, pretendendo ampliar a área destinada a habitação, reforçando-se, deste modo, a predominância do uso residencial deste espaço, mantendo a área de comércio existente.
O projeto insere-se num terreno com 1.190 m2, obedece a um jogo entre o mineral e o vegetal, e procura destacar sobretudo o piso habitacional que se apresenta numa planta em L, favorecendo o envolvimento da habitação por vegetação. A arquitetura paisagista privilegia as várias espécies arbóreas já existentes no terreno, algumas transplantadas para harmonizar a sua distribuição em união e em benefício da Habitação.
Localizado no Estoril, este projeto de arquitetura, desenvolvido em 2017, reflete uma abordagem contemporânea ao desenho residencial, assente na articulação entre volumetria, funcionalidade e integração na envolvente. Com uma área de construção de 630 m², a proposta procura estabelecer um equilíbrio entre a expressão arquitetónica e a organização dos espaços, valorizando a coerência formal e a atenção ao detalhe. A intervenção traduz uma visão do habitar contemporâneo onde a arquitetura, a materialidade e a relação com o contexto contribuem para uma identidade própria, intemporal e equilibrada.
A moradia insere-se num terreno com aproximadamente 2.140m2 e está destinada a uma utilização unifamiliar com um fogo T6. O volume a nascente é constituído por três pisos, dois destes acima da cota de soleira e um abaixo. No volume a nascente, o piso em cave é composto por arrumos e garagem com capacidade para 6 viaturas e barco. No piso 0, à cota de entrada, localizam-se o hall com escada e elevador, uma suíte, um ginásio, uma sala de jogos e um espaço de piscina interior com solário. No piso 1, situam-se um lavabo social, um escritório e o espaço privado da habitação composto por três suítes e uma master suite com um jardim privativo. O volume a sul é constituído por dois pisos, sendo o inferior em cave semi enterrada. Neste, a cave é composta por um quarto e uma I.S. com acesso pelo exterior, a sala de cinema e um lavabo social com acesso ao piso superior. No piso 1 localizam-se a sala de estar, sala de refeições, cozinha, lavandaria e uma pequena I.S. Na área exterior desenvolve-se um espaço de estar com churrasco e uma área de utilização de piscina.
Com uma localização privilegiada no coração do Monte Estoril, este espaço de escritórios destaca-se pelo acesso exclusivo, feito através de um jardim com uma entrada marcante. A renovação apresenta uma estética contemporânea e minimalista, aproveitando ao máximo a iluminação natural ao longo de todo o dia, seja pelas janelas voltadas para o novo jardim mediterrânico, seja pela claraboia contínua.
O espaço inclui receção, copa, instalações sanitárias, salas de espera, salas de reuniões e salas de coworking, com áreas entre 10 m² e 21 m².
Este projeto refere-se a um condomínio habitacional composto por 24 fogos com duas piscinas no logradouro, estacionamento e arrecadações em cave comum. O terreno continha duas pré existências, o Chalet e a Cocheira. Nestes dois elementos a intervenção passou por total demolição do espaço interior e sua adequação às utilizações atuais, optando-se pela conservação das fachadas e demais elementos estruturais. A proposta desenvolve-se em todo o terreno numa relação harmoniosa entre as construções pré existentes e os novos edifícios.
Moradia unifamiliar com uma linguagem contemporânea, marcada pela pureza dos volumes, pela luminosidade e pela relação fluida entre interior e exterior. Os grandes vãos envidraçados e as varandas recuadas prolongam os espaços de habitação para o jardim e a piscina, enquanto a madeira e a pedra introduzem uma atmosfera sofisticada e acolhedora. Uma arquitetura depurada, onde a luz, a materialidade e a integração paisagística definem uma experiência de habitação contemporânea.
Esta moradia unifamiliar apresenta uma linguagem contemporânea e sofisticada, marcada pela pureza dos volumes, pela abundante luz natural e por uma relação fluida entre interior e exterior. Os grandes vãos envidraçados e as varandas recuadas prolongam os espaços de habitação para o jardim e a piscina, enquanto a madeira e a pedra conferem uma atmosfera acolhedora e requintada. Uma abordagem arquitetónica depurada, onde a luz, a materialidade e a integração paisagística definem uma experiência de habitação contemporânea.
LAR DE IDOSOS
ÁREA DO TERRENO 3 295,50 m2
Este alvará de loteamento constitui uma operação urbanística que se desenvolve numa união de artigos com aproximadamente 18.157 m2 em Cascais. A proposta é caracterizada por 14 lotes destinados a habitação singular, funcionando um destes em sistema de condomínio com mais 12 fogos. Nesta operação foi cedida uma área de 1.906,50 m2 correspondente a 30% da área bruta de construção total prevista, e também, 320 m2 para espaços verdes de utilização coletiva. O acesso aos lotes é efetuado a sul, resultado da ligação aos troços de via pré existentes.
ESCOLA INTERNACIONAL
ÁREA DO TERRENO 13 260,00 m2
ESCRITÓRIOS
ÁREA DO TERRENO 720,00 m2
Localizado na Quinta das Patinhas, este projeto de arquitetura, desenvolvido em 2004, reflete uma abordagem cuidada à organização do espaço e à integração da construção na sua envolvente. Implantada num terreno com 1.442,21 m², a proposta contempla uma área de construção de 350 m², complementada por 150 m² adicionais. A intervenção procura estabelecer um equilíbrio entre a funcionalidade, a expressão arquitetónica e a valorização do espaço disponível, evidenciando a importância de uma implantação criteriosa e de uma organização espacial coerente. Um projeto que traduz uma visão duradoura da arquitetura, assente na relação entre o lugar, a construção e as necessidades de utilização.
COMPLEXO DE ESCRITÓRIOS
ÁREA DO TERRENO 3 328,00 m2
Na fronteira entre a natureza e a malha urbana de Cascais, o The Principado surge como uma ode à harmonia entre arquitetura e paisagem. Um projeto marcado pela serenidade, onde cada traço foi desenhado para respeitar o tempo, o lugar e as suas memórias.
O edifício desenha-se em simetria, como um espelho, criando uma composição equilibrada que permite uma organização eficaz dos espaços e uma leitura clara da sua geometria. As fachadas são revestidas por ripados verticais em perfis metálicos de aço corten, que não só conferem elegância e ritmo como oferecem privacidade, filtrando luz e vistas com delicadeza.
O jardim é uma extensão dos interiores: as frações térreas abrem-se completamente ao exterior, transformando a experiência de habitar num gesto contínuo entre o construído e o natural. Nos pisos superiores, as penthouses elevam o quotidiano, com piscinas em balanço, lareiras exteriores, saunas privadas e vistas amplas sobre a costa. Cada detalhe, da escada em espiral ao elevador privado, foi desenhado para conjugar conforto, funcionalidade e beleza.
O The Principado é uma narrativa espacial, onde a arquitetura deixa espaço para a vida acontecer em liberdade e contemplação.
No coração do Estoril, a poucos passos da Praia do Tamariz e dos Jardins do Casino, nasce o Essence: um conjunto residencial onde arquitetura e paisagem se entrelaçam com fluidez e sofisticação.
Implantado numa encosta voltada a sul, o projeto tira partido do declive natural do terreno para criar uma dinâmica espacial única — com as moradias situadas nas cotas mais elevadas e os apartamentos localizados junto à base, em diálogo direto com a malha urbana mais tradicional e bairrista da cidade. Essa topografia oferece vistas abertas sobre a costa e o mar, ao mesmo tempo que garante privacidade e exposição solar privilegiada.
Distribuído por diferentes tipologias, o conjunto conjuga a intimidade de unidades com jardim privativo com a leveza de apartamentos abertos ao horizonte. A arquitetura, marcada pela simplicidade dos volumes e pela nobreza dos materiais — pedra, madeira, vidro — apresenta uma linguagem depurada, que se funde com a paisagem.
As áreas comuns — lobby, ginásio, gourmet lounge e infinity pool — expandem a experiência de habitar, prolongando o interior para o exterior e reforçando o carácter exclusivo do conjunto.
Cada espaço foi pensado para acolher a luz, o mar e o tempo — num equilíbrio subtil entre elegância e vivência quotidiana.
Trata-se de um edifício de uso misto para fins residenciais e comerciais no coração do Estoril. Este novo edifício renova a estrutura existente, já desatualizada, num projeto com 3 andares, um sótão e um subsolo. O projeto foi pensado para se integrar perfeitamente à área histórica circundante, com fachadas de vidro e varandas que oferecem vistas deslumbrantes e luz natural.
O andar térreo abriga um espaço comercial com uma fachada moderna e uma ampla área de subsolo. Nos pisos superiores, encontram-se duas unidades residenciais de gama alta: um espaçoso apartamento de 144,59 m² com 2 quartos, e um luminoso apartamento duplex de 216,03 m2 com 3 quartos. Todos os espaços se caracterizam pelos acabamentos sofisticados e uma luz natural constante. Este projeto visa proporcionar espaços modernos para viver, ao mesmo tempo que valoriza o charme arquitetônico de Monte Estoril.
O presente projeto refere-se a um Condomínio Habitacional inserido num terreno com 6.940 m2, com vinte fogos, constituído por dois Edifícios de Habitação coletiva em banda, com duas tipologias distintas (moradias a Norte e Habitação coletiva a sul). Elaborado numa lógica urbanística com preocupação primordial pela sua melhor integração com a envolvente, resultou numa solução de compromisso/transição, entre as moradias em banda a Norte e o edifício de habitação coletiva. A transição entre estas duas realidades distintas, através da articulação de espaços, reflete uma linguagem arquitetónica e volumétrica contemporâneas, essencial para o correto enquadramento com a envolvente. Predominam os materiais naturais como a pedra ou a madeira, criando espaços agradáveis tanto no interior como no exterior das moradias.
Trata-se de um Condomínio Habitacional de 13 fogos, inserido num terreno com 4.676,65 m2. O projeto desenvolve-se em moradias unifamiliares de 2 pisos, dispostas em banda. Esta disposição surge como um jogo volumétrico de cheios e vazios, que promove a privacidade interior dos diversos compartimentos, criando um conjunto de pátios recuados convidando à abertura de vãos de grandes dimensões, ideais às áreas sociais do R/C.
Este projeto em Birre, um bairro residencial tranquilo e bem localizado, é uma resposta contemporânea ao contexto urbano, equilibrando serenidade e acessibilidade, ideal para moradias que privilegiam o conforto e a privacidade.
O projeto consiste em duas moradias geminadas de tipologia T4, concebidas em três pisos, dos quais dois estão acima do solo. A arquitetura apresenta uma linguagem contemporânea e minimalista, com formas puras e geométricas. A escolha de materiais, como o reboco em tons neutros e as pedras cinza, contribui para uma estética sóbria e elegante, garantindo durabilidade e fácil manutenção. A ausência de telhados tradicionais reforça a modernidade do conjunto, valorizando as linhas horizontais e integrando as moradias discretamente no tecido urbano. Cada unidade possui uma piscina privativa e um jardim exclusivo, proporcionando aos residentes um espaço exterior de qualidade, que dialoga diretamente com as áreas interiores.
No interior, as moradias foram desenhadas com foco na funcionalidade e no conforto, sem sacrificar a estética. Todas as suítes, distribuídas pelos pisos superiores, beneficiam de amplas aberturas que garantem excelente iluminação natural, promovendo uma sensação de bem-estar. As áreas sociais, como a sala de estar e a cozinha, foram projetadas em planta aberta, promovendo uma continuidade espacial acentuada pela escolha de materiais e acabamentos de alta qualidade, sempre em consonância com a linguagem arquitetónica exterior. Cada detalhe foi cuidadosamente pensado para criar um ambiente que, embora minimalista, é acolhedor e propício à vida familiar contemporânea.
Este projeto situa-se num terreno com cerca de 320 m2, tendo o edifício existente utilizações destinadas a habitação e comércio. Esta intervenção prende-se na recriação da imagem original, com enquadramento histórico e patrimonial do espaço em que se insere. Ao analisarmos o projeto original do Chalet Sagres, deparámo-nos com características e elementos da Arquitetura de Veraneio Portuguesa, que pretendemos recuperar e valorizar por se considerarem importantes referências de identidade histórica e patrimonial do concelho, com especial evidência na avenida em que se insere.
Em simultâneo, tornou-se necessário introduzir alterações que garantam os mais elevados padrões de qualidade urbanística, bem como a adequação das tipologias de habitação às necessidades da atualidade. A proposta manteve os usos do edifício, pretendendo ampliar a área destinada a habitação, reforçando-se, deste modo, a predominância do uso residencial deste espaço, mantendo a área de comércio existente.
Localizado no Estoril, este projeto de arquitetura, desenvolvido em 2017, reflete uma abordagem contemporânea ao desenho residencial, assente na articulação entre volumetria, funcionalidade e integração na envolvente. Com uma área de construção de 630 m², a proposta procura estabelecer um equilíbrio entre a expressão arquitetónica e a organização dos espaços, valorizando a coerência formal e a atenção ao detalhe. A intervenção traduz uma visão do habitar contemporâneo onde a arquitetura, a materialidade e a relação com o contexto contribuem para uma identidade própria, intemporal e equilibrada.
Este projeto refere-se a um condomínio habitacional composto por 24 fogos com duas piscinas no logradouro, estacionamento e arrecadações em cave comum. O terreno continha duas pré existências, o Chalet e a Cocheira. Nestes dois elementos a intervenção passou por total demolição do espaço interior e sua adequação às utilizações atuais, optando-se pela conservação das fachadas e demais elementos estruturais. A proposta desenvolve-se em todo o terreno numa relação harmoniosa entre as construções pré existentes e os novos edifícios.
ÁREA DO TERRENO 3 295,50 m2
No coração do Bairro da Martinha, no Estoril, a ampliação desta moradia unifamiliar parte de uma pré existência modesta para dar lugar a uma casa contemporânea, onde o passado e o presente se encontram numa convivência subtil.
A intervenção organiza-se em três volumes articulados: o núcleo original, preservado como referência da memória do lugar, e dois corpos de ampliação, a norte e a sul, que respondem às exigências do programa e à morfologia trapezoidal do terreno. Esta composição em fragmentos permite integrar o novo na malha construída, dialogando com os alinhamentos e alturas do quarteirão envolvente, fortemente marcado por construções de diferentes épocas.
A casa distribui-se por três pisos, com uma cave técnica, zona social ao nível do rés-do-chão — desenhada em cotas diferenciadas — e uma suíte principal no piso superior. A estrutura acompanha o desnível do lote, garantindo conforto térmico, luminosidade natural e uma relação direta com o jardim, voltado a sul e poente.
Materiais como pedra, madeira e reboco branco, aliados a uma paleta de tons naturais e linhas depuradas, criam uma atmosfera serena e luminosa. No interior, o pé-direito elevado, as amplas janelas e os detalhes artesanais — como as cerâmicas e as vigas expostas — reforçam a ligação entre espaço habitado e paisagem.
Mais do que transformar, este projeto procura revelar. Uma casa que respeita a história do lugar, enquanto abre espaço para uma nova vida.
Inserida num lote compacto em Manique, a Casa Paz é um exercício de síntese entre proporção, luz e contenção. Uma moradia unifamiliar que, apesar da sua escala reduzida, se desdobra em três níveis — cave, rés-do-chão e primeiro piso — para articular de forma fluida os gestos do quotidiano com a envolvente natural.
A implantação tira partido da orientação e da relação com o jardim, criando zonas exteriores generosas a sul e poente, em continuidade com um terreno rural contíguo que, no futuro, dará lugar a um pomar. Esta ligação alargada à paisagem permite à casa expandir-se visualmente para além dos seus limites físicos.
No interior, a organização em open space e o uso expressivo da madeira garantem conforto térmico, continuidade visual e uma atmosfera serena. A paleta de tons terrosos e os materiais naturais prolongam o exterior para dentro, fundindo habitar e paisagem numa só matéria.
A cave, com entrada independente, alberga um estúdio de pintura, lavandaria e arrumos, permitindo autonomia funcional. No piso térreo, a sala e cozinha coexistem num só gesto, com ligação direta ao terraço e ao jardim. No piso superior, duas suítes abrem-se a uma varanda comum, desenhada para captar a luz da manhã e abrir o olhar sobre o jardim ampliado.
Esta casa é, acima de tudo, um lugar silencioso. Um refúgio onde a arquitetura se faz discreta, mas precisa — pensada ao milímetro para transformar cada metro quadrado num espaço habitável, luminoso e vivo.
Esta moradia, situada no concelho de Cascais, dispõe de quatro quartos e desenvolve-se ao longo de dois pisos, integrando-se organicamente na paisagem envolvente através das suas fachadas escultóricas em pedra e do revestimento em aço corten.
Apesar da sua aparência sólida e imponente, a transparência dos amplos vãos envidraçados dilui os limites entre o interior e o exterior, permitindo desfrutar, a partir dos espaços interiores, de uma vista panorâmica que se estende desde a Serra de Sintra até à praia do Guincho. Os interiores distinguem-se pela utilização de materiais naturais, como a pedra e as madeiras claras, que conferem conforto, elegância e qualidade aos espaços. Estabelecendo um diálogo contínuo entre a arquitetura e a envolvente, a ampla piscina, com os seus tons esverdeados, contribui para a harmonia do conjunto, refletindo a luz natural sobre os elementos arquitetónicos e reforçando a ligação entre os espaços interiores e exteriores.
Em suma, esta moradia representa um equilíbrio entre funcionalidade e design, onde a privacidade se conjuga com a amplitude dos espaços abertos, criando um ambiente em que contrastes e dualidades coexistem em perfeita harmonia.
Implantada na Abuxarda, esta moradia unifamiliar contemporânea desenvolve-se em três pisos — dois acima e um abaixo da cota de soleira — tirando pleno partido da acentuada inclinação do terreno. A topografia torna-se, assim, elemento gerador do projeto, permitindo que a arquitetura se desenrole em diferentes cotas, tanto no interior como no exterior, criando uma experiência espacial dinâmica e contínua.
A organização dos espaços privilegia a entrada abundante de luz natural e a fluidez entre ambientes, potenciada por amplas superfícies envidraçadas que dissolvem os limites entre interior e exterior. Esta relação é reforçada pela continuidade visual e funcional entre a casa, o jardim e a piscina, promovendo uma vivência integrada com a paisagem envolvente.
Formalmente, o projeto assenta em volumes simples e bem definidos, cuja materialidade em tons terrosos contribui para uma harmoniosa integração no contexto natural. No interior, o elemento central da habitação é a escada, concebida como uma peça escultórica que articula os diferentes níveis. A sua presença, acompanhada por uma guarda de desenho orgânico, estabelece uma transição fluida entre os espaços, funcionando como eixo de ligação e continuidade de toda a casa.
Este projeto de habitação unifamiliar propõe uma abordagem contemporânea à arquitetura residencial, onde a simplicidade formal, a funcionalidade e a atenção ao detalhe assumem um papel central. A composição dos volumes e a organização dos espaços procuram estabelecer uma relação equilibrada entre estética e conforto, valorizando a luz natural e a fluidez da vivência quotidiana.
A integração na envolvente e a escolha criteriosa dos materiais contribuem para uma linguagem arquitetónica coerente e intemporal, onde cada elemento responde às exigências do habitar contemporâneo.
Este projeto de arquitetura, localizado na zona premium de Cascais, aposta na gestão de área, resultando numa moradia unifamiliar com área de construção de 1048,60 m2. O projeto foi elaborado para proporcionar o maior aproveitamento possível do espaço verde. Enquadrada a sul, beneficia de uma exposição solar excepcional, com vista para a piscina infinita privativa e para o grande jardim. Destaca-se a sua geometria lúdica mas minimalista que pretende enquadrar, de forma neutra e harmoniosa, a envolvente natural e construída. O interior revela materiais premium como madeira e pedras de primeira qualidade, proporcionando ao espaço uma sofisticação acolhedora. A casa do Bairro da Martinha é um projeto de habitação onde a funcionalidade e o design se encontram, onde a privacidade se alia aos espaços abertos, um lugar de dualidades que convivem em plena harmonia.
As intervenções no interior contemplam a reformulação da compartimentação, a criação e relocalização de instalações sanitárias, bem como a renovação do mobiliário fixo e dos equipamentos. Cada espaço é concebido de forma a adquirir uma identidade própria, privilegiando a utilização de materiais naturais de elevada qualidade e a maximização da entrada de luz natural, de modo a criar ambientes distintos, acolhedores e sofisticados. No exterior, a proposta integra um lugar de estacionamento junto ao acesso à propriedade e uma zona de lazer adjacente à área social da habitação, composta por uma pérgula e uma piscina. São ainda previstos canteiros ajardinados junto às construções vizinhas, reforçando a privacidade e promovendo uma integração harmoniosa da moradia na sua envolvente.
O projeto Manique estabelece, assim, um equilíbrio entre a preservação da identidade da construção existente e a introdução de uma linguagem arquitetónica contemporânea, valorizando a funcionalidade, o conforto e a qualidade dos espaços interiores e exteriores.
Um projeto pensado para o conforto onde a comodidade conquista. Com uma arquitetura moderna, são 722 m² distribuídos por 3 andares com generosos vãos que trazem até si uma luz única, esta é uma abordagem a um dia a dia funcional, sofisticado e sóbrio. A eleição de materiais de excelência são o toque sublime que o acolhe entre a paisagem agreste abundante da serra de Sintra e a paisagem da costa, respirando bons ares marítimos.
Concluído em 2021, este projeto de arquitetura reflete uma abordagem contemporânea à habitação, onde a funcionalidade, a simplicidade formal e a integração urbana assumem um papel central. A proposta procura estabelecer uma relação equilibrada entre a organização dos espaços e a envolvente, através de uma linguagem arquitetónica depurada, marcada pela clareza das formas e pela atenção ao detalhe. A articulação entre os diferentes elementos do projeto contribui para uma composição coerente, valorizando a identidade do conjunto e respondendo às exigências da vida contemporânea.
Projeto de Arquitetura de Construção de uma Moradia Unifamiliar com piscina, inserida num lote com 2.154m2 com um fogo T4. Resulta de duas volumetrias oblíquas em total harmonia. Um espaço habitacional privativo premium com uma linguagem única, com um bloco de ostentação que levita sobre o segundo bloco e o terreno, entre cheios e vazios que engrandecem a volumetria global. Detalhes singulares e sofisticados, com 49 amplos vãos envidraçados, escadarias orgânicas com design contemporâneo, jardins imponentes com total respeito pelo perfil natural do terreno, entre caminhos em betão poroso apresentando vários percursos que proporcionam o acesso seguro e confortável entre espaços interiores e exteriores.
Trata-se de um condomínio habitacional de aproximadamente 2.000 m², composto por cinco moradias similares, cada uma com piscina privativa, localizado na localidade de Murches, em Cascais. O projeto propõe que cada moradia e seus espaços de convivência estejam voltados para o sul, assegurando a privacidade de cada unidade e proporcionando conforto térmico.
Cada moradia, distribuída em dois pisos, possui no piso térreo os espaços comuns e, no piso superior, três suítes e um amplo terraço. A composição arquitetônica inclui dois volumes distintos, ligados por um terceiro volume, que serve como área de circulação. Na área externa, cada moradia dispõe de uma piscina com zona de churrasco e área de estar, além de uma garagem coberta e duas vagas de estacionamento descobertas.
O complexo habitacional destaca-se pelo uso de materiais naturais de alta qualidade, como pedras e madeiras, que estão presentes tanto nos acabamentos internos quanto externos.
O projeto insere-se num terreno com 1.190 m2, obedece a um jogo entre o mineral e o vegetal, e procura destacar sobretudo o piso habitacional que se apresenta numa planta em L, favorecendo o envolvimento da habitação por vegetação. A arquitetura paisagista privilegia as várias espécies arbóreas já existentes no terreno, algumas transplantadas para harmonizar a sua distribuição em união e em benefício da Habitação.
A moradia insere-se num terreno com aproximadamente 2.140m2 e está destinada a uma utilização unifamiliar com um fogo T6. O volume a nascente é constituído por três pisos, dois destes acima da cota de soleira e um abaixo. No volume a nascente, o piso em cave é composto por arrumos e garagem com capacidade para 6 viaturas e barco. No piso 0, à cota de entrada, localizam-se o hall com escada e elevador, uma suíte, um ginásio, uma sala de jogos e um espaço de piscina interior com solário. No piso 1, situam-se um lavabo social, um escritório e o espaço privado da habitação composto por três suítes e uma master suite com um jardim privativo. O volume a sul é constituído por dois pisos, sendo o inferior em cave semi enterrada. Neste, a cave é composta por um quarto e uma I.S. com acesso pelo exterior, a sala de cinema e um lavabo social com acesso ao piso superior. No piso 1 localizam-se a sala de estar, sala de refeições, cozinha, lavandaria e uma pequena I.S. Na área exterior desenvolve-se um espaço de estar com churrasco e uma área de utilização de piscina.
Moradia unifamiliar com uma linguagem contemporânea, marcada pela pureza dos volumes, pela luminosidade e pela relação fluida entre interior e exterior. Os grandes vãos envidraçados e as varandas recuadas prolongam os espaços de habitação para o jardim e a piscina, enquanto a madeira e a pedra introduzem uma atmosfera sofisticada e acolhedora. Uma arquitetura depurada, onde a luz, a materialidade e a integração paisagística definem uma experiência de habitação contemporânea.
Esta moradia unifamiliar apresenta uma linguagem contemporânea e sofisticada, marcada pela pureza dos volumes, pela abundante luz natural e por uma relação fluida entre interior e exterior. Os grandes vãos envidraçados e as varandas recuadas prolongam os espaços de habitação para o jardim e a piscina, enquanto a madeira e a pedra conferem uma atmosfera acolhedora e requintada. Uma abordagem arquitetónica depurada, onde a luz, a materialidade e a integração paisagística definem uma experiência de habitação contemporânea.
Localizado na Quinta das Patinhas, este projeto de arquitetura, desenvolvido em 2004, reflete uma abordagem cuidada à organização do espaço e à integração da construção na sua envolvente. Implantada num terreno com 1.442,21 m², a proposta contempla uma área de construção de 350 m², complementada por 150 m² adicionais. A intervenção procura estabelecer um equilíbrio entre a funcionalidade, a expressão arquitetónica e a valorização do espaço disponível, evidenciando a importância de uma implantação criteriosa e de uma organização espacial coerente. Um projeto que traduz uma visão duradoura da arquitetura, assente na relação entre o lugar, a construção e as necessidades de utilização.
Com uma localização privilegiada no coração do Monte Estoril, este espaço de escritórios destaca-se pelo acesso exclusivo, feito através de um jardim com uma entrada marcante. A renovação apresenta uma estética contemporânea e minimalista, aproveitando ao máximo a iluminação natural ao longo de todo o dia, seja pelas janelas voltadas para o novo jardim mediterrânico, seja pela claraboia contínua.
O espaço inclui receção, copa, instalações sanitárias, salas de espera, salas de reuniões e salas de coworking, com áreas entre 10 m² e 21 m².
ESCRITÓRIOS
ÁREA DO TERRENO 720,00 m2
COMPLEXO DE ESCRITÓRIOS
ÁREA DO TERRENO 3 328,00 m2
50_24 Parque dos Pilotos é um concurso que visa revitalizar a área de Loures através da criação de um parque inovador que valoriza a beleza natural da região, promovendo simultaneamente a sustentabilidade. O local, com vistas deslumbrantes sobre o rio Tejo, foi concebido com técnicas de construção sustentáveis e ecológicas que preservam a flora e a fauna locais, contribuindo para a valorização do ambiente e da comunidade.
Além disso, o parque está localizado junto a uma futura residência para pilotos, criando uma sinergia única entre os dois projetos. A nossa visão integra espaços de lazer com uma homenagem à rica história da aviação em Portugal, inspirando-se em momentos marcantes como a tentativa de voo de João Torto, em 1540, e a primeira travessia aérea do Atlântico, em 1922.
Este projeto não só presta homenagem aos pioneiros da aviação portuguesa, como também reflete uma abordagem sustentável e visionária ao desenvolvimento urbano, celebrando o passado enquanto projeta um futuro mais verde e inovador para Loures.
Cenáculo é um projeto de reabilitação de mais de 2300 m² de um complexo arquitetónico religioso, na reconhecida cidade de Fátima. O desenho caracteriza-se por volumes contemporâneos e simples, que enfatizam a humildade e a tranquilidade, fazendo a ponte entre o passado e o futuro através de linhas minimalistas. Os espaços verdes que envolvem os edifícios, tal como se vê nas imagens do modelo de trabalho 3D, são também um elemento fundamental do projeto, reforçando a sua dimensão espiritual.
LAR DE IDOSOS
ESCOLA INTERNACIONAL
ÁREA DO TERRENO 13 260,00 m2
Este alvará de loteamento constitui uma operação urbanística que se desenvolve numa união de artigos com aproximadamente 18.157 m2 em Cascais. A proposta é caracterizada por 14 lotes destinados a habitação singular, funcionando um destes em sistema de condomínio com mais 12 fogos. Nesta operação foi cedida uma área de 1.906,50 m2 correspondente a 30% da área bruta de construção total prevista, e também, 320 m2 para espaços verdes de utilização coletiva. O acesso aos lotes é efetuado a sul, resultado da ligação aos troços de via pré existentes.